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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

China: Os EUA e a UE devem apresentar cortes maiores de emissões

O oficial chinês do clima culpa o Japão, os Estados Unidos e a União Européia de  apresentarem uma ambição muito pequena em se tratando de cortes de emissões.

A delegação chinesa espera que os Estados Unidos e a União Européia (UE) apresentem metas de redução de emissões mais notáveis aos debates sobre clima, em Copenhague.

Em uma conferência para a imprensa, terça feira, O deputado, Su Wei, líder da delegação chinesa, disse que nem os EUA e tampouco a União Européia ou o Japão, ofereceram cortes nas emissões de gases causadores do efeito estufa suficientes até  2020.

De acordo com Su Wei, a meta americana de redução  e o apoio financeiro dos EUA à nações em desenvolvimento são a chave do sucesso da corrente conferencia sobre mudanças climática.


Su Wei rejeitou uma proposta da União Européia onde os países em desenvolvimento economicamente avançados se comprometeriam a uma redução de emissões, e pagariam parte do custo publico da adaptação e mitigação das mudanças climáticas, nos países em desenvolvimento.

As metas que a China propôs estavam de acordo com os padrões do IPCC, Su Wei disse, de acordo com o jornal  “Nigerian daily”  de hoje,  e acrescentou : “A posição da UE nao pode ser justificada…. O protocolo  [ de Kyoto] entre outros acordos do IPCC estipulam claramente o que as nações desenvolvidas e em desenvolvimento devem fazer.”

De acordo com o Protocolo de Kyoto, as nações em desenvolvimento não precisam se comprometer em cortar emissões ou financiar mitigação e adaptação das partes pobres do mundo.

AmbienteBrasil

Nove países da UE prometem a construção da rede de energia eólica em alto mar

Projeto europeu deveá atender a demanda dos produtores de energia eólica, que reclamam de poucas ligações entre os países e as centrais de energia eólica.

Nove países europeus prometeram nesta segunda-feira, construir mais ligações entre as estações de energia eólica no Mar do Norte e da Irlandês, o que poderia ajudá-los a aumentar a produção de energia renovável.
Produtores de energia eólica se queixam de que há poucas ligações entre os países e permitir que as centrais possam conduzir rapidamente sua produção quando necessário. Executivos da UE também pediram uma rede de distribuição de energia mais elaborada, por toda Europa para assim garantir o fornecimento de energia e evitar apagões.

Ministros da Energia da Grã-Bretanha, Alemanha, França, Holanda, Suécia, Dinamarca, Bélgica, Irlanda e Luxemburgo prometeram desenvolver uma nova rede de energia em alto mar para conectar a eletricidade produzida nos parques eólicos em alto mar.

A União Europeia tem o objetivo de gerar um quinto de toda a sua energia de fontes renováveis até 2020 para reduzir a dependência da importação de petróleo e gás, e para cumprir os objetivos das mudanças climáticas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

A energia eólica provavelmente irá desempenhar o papel principal. A European Wind Energy Association diz que o vento poderia gerar até 16 por cento de toda a energia da UE – ou um terço de toda a eletricidade – até 2020, se os governos ajudar a financiar os produtores de energia eólica e as redes de distribuição de energia.

Parques eólicos em alto mar utilizam turbinas maiores e mais potentes plantada no fundo do mar e podem gerar em torno de um terço a mais de potência do que parques em terra. Porem, são também muito mais caros de construir e manter.

AmbienteBrasil

Rumores dizem que UE pode fornecer de Um a Três bilhões de euros

Segundo o Financial Times alemão , um cheque da União Européia está pronto para a redução das mudanças climáticas e adaptação do terceiro mundo durante os próximos três anos.Citando uma fonte diplomática não identificada, Financial Times relata que a União Européia esta pronta para colocar dinheiro na mesa durante a cúpula climática da ONU em curso em Copenhague, como sinal de boa-fé. O montante será destinado para a mitigação das mudanças climáticas e adaptação, nos vulneráveis países do terceiro mundo durante os próximos três anos.

Em um texto preliminar obtido pela agência de notícias AFP, o montante é dado apenas como “X mil milhões de euros para os anos de 2010 a 2012″, mas segundo a fonte do jornal alemão, o X será substituído por um número no intervalo de um para três.

Segundo o Financial Times, o dinheiro vai enviar “um sinal certo em um curto prazo”, como a ONU pediu o apoio urgente de medidas nos países afetados pelas mudanças climáticas, mas também afirma que a soma são “amendoins em comparação com os três dígitos do montante que é necessários a longo prazo.”

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