segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Rio Sustentável: lei define diretrizes
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (guia)
Guia Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (149)
Fonte: http://www.matrizlimpa.com.br/
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Mudanças climáticas em multimídia
Da Agência Ambiente Energia – !Isso Não é Normal, site multimídia sobre mudanças climáticas, está no ar, com reportagens, vídeos, entrevistas e mapas interativos sobre o tema no Brasil. Neste primeira etapa, o projeto tem como base a cidade de São Paulo. Depois, a iniciativa vai tratar da questão climática em Santa Catarina e, na última fase, destacará a região Nordeste do país.
A página São Paulo Vulnerável traz gráficos e mapas extraídos do estudo “Vulnerabilidade das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo”, divulgado em junho por uma equipe multidisciplinar de pesquisadores, coordenada por Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
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Da Agência Ambiente Energia - O Comitê Científico do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), criado pelo governo federal, já trabalha na elaboração do Primeiro Relatório de Avaliação Nacional sobre a Mudança Climática (RAN1). Suzana Kahn, presidente do comitê e...
Da Agência Ambiente Energia Termina hoje, em Curitiba, o Curso de Capacitação em Mudanças Climáticas, promovido pelo Fórum Paranaense de Mudanças Climáticas Globais da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), em parceria com o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC), e...
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domingo, 29 de agosto de 2010
Mudanças climáticas alteram crescimento das florestas
"Nos últimos 40 anos verificamos um aumento de 15% nas emissões de CO2 na atmosfera. Era esperado que isso afetasse os padrões de crescimento das florestas, mas só agora estamos tendo as primeiras pistas de como isso está acontecendo na prática", afirma o pesquisador Stuart James Davies, diretor científico do Smithsonian Tropical Research Institute, considerada uma das principais instituições mundiais de estudos na área de ecologia tropical, com atuação em 40 países.
No Brasil, o Experimento de Grande Escala da Interação Biosfera-Atmosfera da Amazônia (LBA), iniciativa que soma mais de 150 projetos de pesquisas, ainda não possibilitou aferir conclusões sobre como o bioma é afetado pelo aquecimento global. "Ainda não temos dados suficientes para afirmar que a floresta tropical brasileira teve seus padrões de crescimento alterados em razão das mudanças climáticas", afirma Luiz Antonio Martinelli, pesquisador da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP). Ele explica que as florestas tropicais têm maior variabilidade genética e possibilidade de adaptação a mudanças do que as florestas de clima temperado. "Mas já temos um banco de dados consistente para investigações futuras." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
História em Quadrinhos e Educação Ambiental no PROEJA
Alberto de Souza, que é também cartunista com trabalhos publicados na imprensa sob o pseudônimo Beralto e designer gráfico formado pelo IF Fluminense, mostrou-se satisfeito com os resultados: “desde o processo de pesquisa em que os alunos foram estimulados a fazer uma imersão no tema proposto, através de pesquisas referenciais, até a etapa de elaboração das histórias em tiras de quadrinhos, houve uma apropriação espontânea, por parte dos alunos, dos conhecimentos necessários para o processo criativo de uma forma que só a arte pode fazê-lo”.
O professor Adriano Ferrarez, que pretende repetir a experiência em novas oportunidades, comenta que “uma proposta interdisciplinar como essa é importante para que o PROEJA cumpra uma de suas missões qual seja integrar educação, ciência e cultura”.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Padre biólogo assume comando da PUC do Rio com agenda verde
O padre Josafá Carlos Siqueira, de 58 anos, é o primeiro reitor a assumir uma universidade de porte do País com uma agenda marcadamente ambiental. "Minha mãe se chama Orquídea. Acho que já nasci com a vocação para cuidar de plantas e admirar sua beleza", diz Siqueira, que comanda a Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio desde julho. Nascido em Pirenópolis, cerrado goiano, ele virou seminarista depois de se formar em Biologia, por influência de um primo que era padre. Não vê conflito entre sua opção religiosa e a ciência. "Se queremos resolver os grandes problemas do planeta, temos de religar as duas pontas", diz. "Devemos enxergar a natureza como criação divina que precisa ser respeitada e preservada a partir do conhecimento científico."
Como nasceu a proposta da agenda ambiental para a PUC?
Veio do fortalecimento do Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente, que fundamos em 1999 com o objetivo de acolher ideias sobre meio ambiente na universidade, criar projetos de pesquisa e atuar em parceria com poder público e iniciativa privada, fundamentalmente em educação ambiental. Embora a proposta da agenda seja da reitoria, ela nasceu desse grupo de alunos e professores. O objetivo é dar nosso testemunho de sustentabilidade, mostrar para a sociedade como lidamos com as questões ambientais na PUC. É uma pequena semente, mas que, por analogia, pode se tornar um pau-mulato (árvore que alcança 40 metros de altura).
De que maneira?
Com o estabelecimento de metas a curto, médio e longo prazo, tanto no nível de gestão quanto de ensino e pesquisa. A agenda envolve diversas áreas: biodiversidade, água, energia, atmosfera, materiais, resíduos e educação ambiental. Neste momento, estamos priorizando as ações de curto prazo, como reduzir o consumo de papel, ter maior controle sobre consumo de água e energia e preservar as árvores do câmpus. A PUC está no coração do pouco que resta de mata atlântica no Rio.
É difícil conciliar vocação religiosa e a atividade científica?
Nunca encontrei dificuldade, até porque estamos vivendo em outro momento histórico, que não é mais aquele do conflito apologético entre religião e ciência. Se queremos resolver os grandes problemas do planeta, temos de religar as duas pontas e construir uma visão mais ampla das questões. Devemos enxergar a natureza como criação divina que precisa ser respeitada e preservada a partir do conhecimento científico.
Após quase 70 anos, a PUC terá uma graduação em Biologia. Por que demorou tanto?
O curso nasce com uma proposta diferenciada, depois de um longo processo de consolidação do discurso ambiental na universidade. Hoje temos mais de cem disciplinas ligadas a temas ambientais, em todos os departamentos. Nestes mais de 30 anos em que milito na área, pude perceber as ideias formidáveis e os limites na formação do biólogo. O maior deles é a falta de um conhecimento interdisciplinar.
Qual é o projeto do curso?
Queremos um profissional preparado para enfrentar os grandes desafios ambientais do futuro – mudanças climáticas, bioinvasão (migração de espécies que pode desequilibrar hábitats) – a partir de várias áreas do conhecimento.
O que o sr. acha de o tema sustentabilidade ter entrado na agenda destas eleições?
É evidente que todos os candidatos querem agregar a sustentabilidade a seus discursos, porque todos nós temos consciência da importância do tema. Mas é preciso tomar cuidado, ver quais são os fundamentos dessa opção pelo ambiental, qual a ética que está por trás. Sem dúvida, é preciso aliar o desenvolvimento à preservação.
Fonte: Carlos Lordelo - Jornal O Estado de S. Paulosegunda-feira, 23 de agosto de 2010
Colóquio de pesquisadores em Educação Ambiental irão debater mudanças climáticas.
Informações no site: http://fiaiweb03.univali.br/elis2/tes/modelos/pgevento.php?cd_evento=1163