O estudo do InterAcademy Council, batizado "Iluminando o Caminho", coloca os biocombustíveis em evidência, assim como a energia nuclear. Mas as duas tecnologias foram aprovadas com ressalvas.
No caso do álcool brasileiro, explica José Goldemberg, pesquisador da USP e um dos coordenadores do estudo, a saída em termos científicos é investir em pesquisas que consigam extrair o combustível a partir da celulose. Isso daria um rendimento energético até dez vezes maior.
"A queima da cana, por exemplo, gera poluição atmosférica regional. E ainda existe o risco da pressão sobre as florestas."
O uso da energia nuclear, apesar de Goldemberg ser contra, também foi abordado. "O problema é como evitar o uso militar e o que fazer também com o lixo atômico." (Folha Online)
No caso do álcool brasileiro, explica José Goldemberg, pesquisador da USP e um dos coordenadores do estudo, a saída em termos científicos é investir em pesquisas que consigam extrair o combustível a partir da celulose. Isso daria um rendimento energético até dez vezes maior.
"A queima da cana, por exemplo, gera poluição atmosférica regional. E ainda existe o risco da pressão sobre as florestas."
O uso da energia nuclear, apesar de Goldemberg ser contra, também foi abordado. "O problema é como evitar o uso militar e o que fazer também com o lixo atômico." (Folha Online)
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