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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Mudanças Climáticas – Boletim Regional, Urbano e Ambiental nº 4 (Ipea)

 
 

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publica Boletim Regional, Urbano e Ambiental, que traz 12 textos de especialistas relacionados à economia da mudança do clima; impactos em atividades agrícolas; aspectos regulatórios; principais acordos internacionais; ações de mitigação; alternativas limpas de desenvolvimento; e justiça climática. Entre os artigos estão “O Protocolo de Quioto e sua regulamentação no Brasil”, com foco na implementação de um dos instrumentos do Protocolo de Quioto, o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL); “Mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal em países em desenvolvimento (REDD) e sua aplicação no caso brasileiro”, com um panorama, evolução e vantagens da questão; “Justiça Climática e eventos climáticos extremos: o caso das enchentes no Brasil”, que procura analisar se o uso do conceito de justiça climática é percebido no Brasil”; e “Do MDL às Namas: Perspectivas para o financiamento do desenvolvimento sustentável brasileiro”, defendendo que o MDL e as ações de mitigação conhecidas como Namas (Nationally Appropriate Mitigation Actions) tenham caráter complementar, e não exclusivo, já que atendem a necessidades distintas de países em desenvolvimento.

Arquivo para download: Boletim Regional, Urbano e Ambiental nº 4 (1)

Fonte: http://www.matrizlimpa.com.br/ 

Hidrogênio energético no Brasil – subsídios para políticas de competitividade 2010-2025

  
 

Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), órgão ligado ao Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), publica o estudo “Hidrogênio energético no Brasil – subsídios para políticas de competitividade 2010-2025″. O objetivo do trabalho é oferecer elementos para definir ações e políticas públicas para o desenvolvimento e adoção de tecnologias do hidrogênio. A elaboração do estudo envolveu o trabalho de uam série de especialistas.

O estudo tem como linhas principais propostas para o incentivo à economia do hidrogênio; à produção do hidrogênio; ao desenvolvimento da logística do hidrogênio; e aos sistemas de utilização do hidrogênio. Com um horizonte de 15 anos, as propostas apresentadas pelo documento estabelecem ações para curto prazo (0 a 5 anos); médio prazo (5 a 10 anos); e longo prazo (10 a 15 anos).

O trabalho destaca ainda possíveis ganhos com o incentivo destas tecnologias, entre os quais estão a diminuição de impactos ambientais na geração e utilização de energia; aumento da segurança energética; melhoria do aproveitamento dos recursos naturais; desenvolvimento regional; desenvolvimento de parque industrial competitivo; geração de empregos.

Clique no link abaixo para fazer o download do documento

Hidrogênio Energético no Brasil (3)

Fonte: http://www.matrizlimpa.com.br/ 

O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (guia)

  

Além de contextualizar o tema, Guia de Orientação – 2009, coordenado por Isaura Maria de Rezende Lopes Frondizi, aborda detalhe estrutura institucional, conceitos fundamentais, ciclo do projeto, registro, monitoramento, verificação e certificação, emissão das RCEs e procedimentos para submissão de projetos de MDL no Brasil.

Guia Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (149)
 
Fonte: http://www.matrizlimpa.com.br/

Publicações sobre mudanças climáticas e aquecimento global

 
Livro Química Verde


O Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) acaba de lançar a publicação “Química Verde no Brasil, 2010-2030”, que procurar traçar um panorama da experiência nacional nesta questão e traçar perspectivas para o futuro. O livro aborda temas como biorefinarias; alcoolquímica; oleoquímica; sucroquímica; fitoquímica; a conversão de CO2; os bioprodutos, bioprocessos e biocombustíveis; e energias alternativas. O livro, que reúne trabalhos de pesquisadores de diversas instituições do país, propõe a criação de um programa e de uma rede voltada para o desenvolvimento da química verde.

“Química Verde no Brasil, 2010-2030”


Cesp – Plano de Redução das Emissões de Gases de Efeito Estufa


Publicado em junho de 2008, este programa da Cesp tem como objetivos implementar ações voluntárias de redução da emissão de GEE; estabelecer ações de mitigação e adaptação; fixar meta de redução e neutralização da emissão de GEE; e avaliar os resultados alcançados.

A empresa, com o uso de ferramentas de melhoria contínua, prática de prevenção à poluição (P2) e de tecnologias limpas (Pareto), identificou a possibilidade de uma redução de 10% nas emissões de GEE em relação aos níveis de 2007, além da neutralização de 100% das emissões provenientes dos resíduos orgânicos. O período de abrangência do programa é de 2008 a 2011.

Cesp – Plano de Redução das Emissões de Gases de Efeito Estufa (0)


Guia de Comunicação e Sustentabilidade


Jornalistas, relações públicas, publicitários, estudantes e educadores ganharam uma ferramenta adicional na batalha pela informação na área ambiental. Trata-se do Guia de Comunicação e Sustentabilidade, elaborado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), fruto de pesquisa de opinião com 25 associadas e de debate promovido pela Câmara Temática de Comunicação e Educação (CTCOM).

O guia aponta saídas para os mais diversos dilemas enfrentados no dia a dia pelos profissionais de comunicação das empresas, explica o CEBDs. Comunicação da sustentabilidade, comunicação para a sustentabilidade e sustentabilidade da comunicação formam a base de conceitos do guia. A publicação ganhara ainda este ano tradução para o espanhol.

Guia de Comunicação e Sustentabilidade


Vision 2050


O estudo do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) traça um caminho para que, em 2050, a população global (estimada em cerca de 9 bilhões de pessoas) possa ter qualidade de vida, dentro dos limites dos recursos do planeta. O documento é resultado de um trabalho de 18 meses com executivos e especialistas de mais de 200 empresas e parceiros externos em cerca de 20 países, entre eles o Brasil. O relatório apresenta novas oportunidades para as empresas de uma ampla gama de segmentos, com o objetivo de levar para suas sociedades uma agenda de desenvolvimento de negócios sustentáveis.

Entre as ações que o relatório enumera estão, por exemplo, a incorporação dos custos dos danos ambientais com a emissão de carbono, do uso da água e da exploração dos ecossistemas; a duplicação da produção agrícola sem aumento da quantidade de terra ou água utilizadas; frear o desmatamento e aumentar o rendimento proveniente de florestas plantadas; reduzir pela metade as emissões mundiais de carbono (baseado em níveis de 2005) através de uma mudança para sistemas de energia de baixo carbono e melhoria da eficiência energética, e proporcionar o acesso universal à mobilidade de baixo carbono. O relatório também indica a necessidade de que as empresas, o governo e a sociedade civil criem uma nova agenda para transformar o mercado e a concorrência.

Vision 2050


Agroenergia da biomassa residual: perspectivas energéticas, socioeconômicas e ambientais (livro)


Livro publicado pela Itaipu e pela FAO, de autoria de Cícero Bley, José Carlos Libânio, Maurício Galinkin e Mauro Márcio Oliveira. Esse trabalho, resultado das preocupações da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e da Itaipu Binacional – gestora da maior usina hidrelétrica do país, debruça-se sobre um fato que até pouco tempo atrás não entraria sequer na agenda de produtores de energia elétrica: os impactos de resíduos e efluentes agropecuários nas águas do reservatório que abastece suas turbinas geradoras e, também, no ar e no solo da sua bacia hidrográfica.

Agroenergia da biomassa residual: perspectivas energéticas, socioeconômicas e ambientais (46)


Guia de Financiamento Florestal 2010



Linhas de crédito para o setor florestal são reunidas em publicação elaborada pelo Serviço Florestal Brasileiro, com 14 fontes de crédito disponíveis. Informações vão ajudar produtores de municípios que mais desmataram a saber onde obter recursos para ações sustentáveis. Informações sobre as principais linhas de crédito para o financiamento de atividades florestais no país, suas taxas de juros, beneficiários, prazos e carências estão reunidas na cartilha.

A publicação, de 40 páginas, apresenta 14 linhas de financiamento disponíveis para o setor florestal, entre elas, Pronaf Floresta, Pronaf Eco, Propflora, BNDES Florestal, FCO Pronatureza, Finem – Financiamento a Empreendimentos, FNE Verde e FNO Amazônia Sustentável.

Guia de Financiamento Florestal 2010 (8)