A chanceler alemã, Angela Merkel, pediu hoje aos chefes de Estado e de Governo da União Européia (UE) para que atuem "de forma decisiva" sobre a questão da mudança climática, e que entrem em um acordo para formular uma estratégia que garanta a segurança energética e proteja o clima, na cúpula que começa amanhã.
"Se atuamos agora de forma decisiva, temos uma oportunidade de resistir de forma efetiva aos perigos da mudança climática", afirma Merkel na carta de convite à cúpula que enviou aos líderes. Merkel, que exerce a Presidência rotativa da UE, insiste que é necessário aproveitar o encontro, que termina na sexta-feira, "para decidir uma estratégia que assegure nossa provisão de energia e a proteção do clima".
O principal ponto de discórdia enfrentado é a proposta de tornar obrigatório que 20% da energia consumida na UE em 2020 proceda de fontes renováveis, que encontra a oposição de aproximadamente metade dos países do grupo. Merkel diz que as decisões a serem tomadas pela UE "terão repercussões", não só para o futuro da Europa, mas também para o resto do mundo.
A cúpula tratará também da aplicação do programa de reformas econômicas para promover o crescimento e o emprego. As reformas empreendidas "estão começando a dar fruto" e a UE deve aproveitá-lo "para modernizar mais a Europa e sua indústria", assinala Merkel. A carta detalha o programa de discussões, que começarão na tarde da quinta-feira com a habitual reunião com o presidente do Parlamento Europeu, Hans-Gert Pöttering.
Depois haverá uma primeira sessão de trabalho, consagrada à energia e à mudança climática. Mais tarde acontece um jantar onde se reunirão chefes de Estado e de Governo, ministros de Exteriores e ministros de Economia. Merkel apresentará no jantar suas "idéias sobre a estrutura e o conteúdo" da Declaração de Berlim que se pretende aprovar na cúpula extraordinária a ser realizada em 24 e 25 de março na capital alemã, por ocasião do 50º aniversário da assinatura do Tratado de Roma que deu origem à atual UE.
No final do jantar, acontecerá uma entrevista coletiva. A sessão de sexta-feira discutirá a aprovação do texto final da cúpula. Logo após os trabalhos serão encerrados, acontecendo então uma entrevista coletiva com os participantes.
"Se atuamos agora de forma decisiva, temos uma oportunidade de resistir de forma efetiva aos perigos da mudança climática", afirma Merkel na carta de convite à cúpula que enviou aos líderes. Merkel, que exerce a Presidência rotativa da UE, insiste que é necessário aproveitar o encontro, que termina na sexta-feira, "para decidir uma estratégia que assegure nossa provisão de energia e a proteção do clima".
O principal ponto de discórdia enfrentado é a proposta de tornar obrigatório que 20% da energia consumida na UE em 2020 proceda de fontes renováveis, que encontra a oposição de aproximadamente metade dos países do grupo. Merkel diz que as decisões a serem tomadas pela UE "terão repercussões", não só para o futuro da Europa, mas também para o resto do mundo.
A cúpula tratará também da aplicação do programa de reformas econômicas para promover o crescimento e o emprego. As reformas empreendidas "estão começando a dar fruto" e a UE deve aproveitá-lo "para modernizar mais a Europa e sua indústria", assinala Merkel. A carta detalha o programa de discussões, que começarão na tarde da quinta-feira com a habitual reunião com o presidente do Parlamento Europeu, Hans-Gert Pöttering.
Depois haverá uma primeira sessão de trabalho, consagrada à energia e à mudança climática. Mais tarde acontece um jantar onde se reunirão chefes de Estado e de Governo, ministros de Exteriores e ministros de Economia. Merkel apresentará no jantar suas "idéias sobre a estrutura e o conteúdo" da Declaração de Berlim que se pretende aprovar na cúpula extraordinária a ser realizada em 24 e 25 de março na capital alemã, por ocasião do 50º aniversário da assinatura do Tratado de Roma que deu origem à atual UE.
No final do jantar, acontecerá uma entrevista coletiva. A sessão de sexta-feira discutirá a aprovação do texto final da cúpula. Logo após os trabalhos serão encerrados, acontecendo então uma entrevista coletiva com os participantes.
Fonte: Terra.com.br
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